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Pequenos Estudos Comunitários – O Perdão

18 nov

Pequenos Estudos Comunitários O Perdão ago 2010

O tema do perdao sempre me foi muito caro. Primeiro porque é a essência do amor cristão. Depois porque sem ele não há resgate , seja de nós mesmos , seja do nosso próximo , por nõs e por eles mesmos.
O perdão eime a culpa que sufoca.
O Perdão recompõe a comunicação e a confiança portanto o relacionamento.
Este pequeno estudo , no anexo acima , tem um complemento no estudo de relacionamento , e vice e versa.
Não é tema exclusivamente religioso. No trabalho e no ambiente social a capacidade de perdoar tem sido pouco explorada em prejuízo de melhores condições de convivência , de civilidade , de respeito e de produtividade pelo sentimento de pertencer que o perdão permite.
Bom proveito !
Marcos C Ribeiro

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2 Comentários

Publicado por em 18/11/2012 em Contexto, Filosofia

 

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2 Respostas para “Pequenos Estudos Comunitários – O Perdão

  1. Amedar Consulting

    20/11/2012 at 1:22

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    16/12/2012 at 11:57

    Caríssimo primo, primeiramente vale cumprimentar a comunidade da IPBut por uma iniciativa de pensar sob o prisma de temas livres – desenraizar-nos de nossos estudos dogmáticos, por vezes faz muito bem, além de nos permitir confrontar a realidade que nos envolve, quebrando amarras e desfazendo pre’-conceitos. Cumprimentá-lo especialmente por escolher nos aspectos – amor e perdão – uma ligação fundamental com comunicação e confiança. Arendt, em seu complexo relacionamento com sua sociedade vivenciada entre medos, culpas, iras, perdas, perdas de afeto e amor (principalmente) acentua no perdão o resgate para reconduzir a vida. Mas, como sempre se pode perceber, há, num processo comunicativo, várias comunicações imbricadas, interelacionadas, contraditórias, em tensão constante, que se acentuam por experiências já vividas e outras ainda não vividas, possibilidades que acabarão por se realizarem (algumas), trazendo pesos e consequências. O perdão torna-se, no horizonte das possibilidades não vividas, caminho para enfrentar essas comunicações simultâneas de tantos contrastes. Enquanto não se realiza (o perdão), permanecem vívidas as contradições que nos amarram, comunicações resilientes que nos prendem aos fatos que consideramos injustos. Por um lado a vivência da injustiça que nos abre a linguagem da rejeição e por outro a fixação nestes fatos que, por considerarmos injustos, nos prendem a linguagem da contrafação, impedindo-nos de libertar-nos de indivíduos, situações e grupos. O perdão estabelece uma relação única provinda da abdicação de nossos conceitos e valores de justiça que, por vezes, assemelha-se à conformação, desistência de nós mesmos. Comparando-o a economia, diria que tem altíssimo custo oportunidade, deixando apenas um caminho, uma forma de produzir vida e experienciá-la. É deixar de lado nossos valores e conceitos e entregá-los à ação divina e o resultado é a libertação das expressões de linguagem e comunicação que nos retiam inertes às contradições dessas. É a imanência da operação transformadora de Deus que produz uma quebra de correntes, libertando-nos dos fatos, pessoas e grupos. O Amor é o passo seguinte.

    Grande abraço

    Rogério

     

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