A Sabesp recolhe R$ 600 M por ano de PIS Confins que nós paulistanos e alguns paulistas ( 374 municípios !) ( algumas prefeituras teimam em tratar esgotos como se fossem profissionais !) pagamos por , digamos , cumprir com nossas necessidades fisiológicas e de higiene . O Governo Federal recolhe deste mesmo imp
osto R$ 2,1 Bi por ano. O Brasil não trata nem 50% dos esgotos produzidos pelas cidades e sítios deste país continental. A Sabesp investiu em 2011 R$ 2,4 Bi em obras e PPPs !!!
60% dos esgotos do país são lançados a céu aberto e nos rios , e só 54 % dos domicílios possuem rede coletora , o que nos faz supor que os 60 % produzem mais desejos domésticos do que os 54% com redde !?
O Brasil precisaria de R$ 420 bi até 2030 para ter todos com água tratada e com esgoto recolhido e tratado.
( fonte de dados do Jornal O Valor de 1,2,3,4,de novembro.)
Pagar PIS Cofins sobre saneamento básico que , claró , é repassado apra o brasileiro que compra água das empresas de saneamento e devolve esgoto para tratamento é mesmo exótico. (Ah ! sim pagamos ICMS e IPI sobre papel higiênico tambem.)
É mau cheiroso porque cheira a falta de consideração quando já temos mais de 2 PACs atrasados e nenhum deles para tratar da saúde básica e prevenção de doenças !
É mau cheiroso porque até a 2a década do século 21, no Brasil, político não trata esgoto porque ninguem vê a obra !
Não temos como obrar menos portanto mais obras de saneamento para este país !!!
Que o governo de fato isente o saneamento do Pis Cofins !
Marcos C Ribeiro
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Inspiração de ultima hora pela pág A8 de O Valor deste final de semana – Saneamento !
Correios e seu monopólio!
A ECT do alto de seu poder estatal , reforçado pelo governo atual já fechou algumas empresas de entregas rápidas e ou de segurança. Incluisve a empresa do Eike Batista que atuava no RJ principalmente. Sempre existe algum juiz de primeira instancia a serviços do Correio !
Até há alguns anos atrás a ECT gerava lucros e contribuia diretamente com recursos ao Tesouro. De uns anos apra cá perdeu parte de sua produtividade como reflexo de modelo de gestão que se apoia e sobrevive de um pretenso monopólio , que sim é verdadeiro para correspondências, mas em cuja pretenção , a revelia da lei que define o que a ECT pode fazer segue com seus tentáculos tentando abraçar mercados da iniciativa privada , mais bem gerida e mais produtiva , logo mais competitiva.
Sedex concorre com carga fracioanda e caminhões da ECT até mundaça residencial já fazem.
O Correio Híbrido que felizmente não saiu de um edital no mínimo suspeito ainda opera em plantas piloto de Curitiba e Belém do Pará como um fantasma a espreita do primeiro vacilo da Industria Gráfica que opera impressão digital e distribuida , há décadas.
Agencias dos Correios são filiais de Bancos .
Suas lojas franqueadas finalmente terminaram de rever os contratos em luta que perdurou mais de 10 anos e certamente com rendimentos decrescentes para os franqueados , é lógico. De fato o que a ECT gostatria de ter feito era concelar os contratos e tomar posse das lojas mais rentáveis.
Empresa estatal só pode fazer o que está previsto na lei que a criou e a lei postal brasileira á antiga e prevê correspondências pessoais e comerciais . Não especifica transporte de valores ou documentos críticos. Por isso as UPS , DHL etc… tem o direito de fazer este tipo de entrega.
Mas pegar o caso do DHL na entrega especial de passaportes com vistos para entrada nos Estados Unidos é mesmo muita arrogância da ECT. Diria uma provocação gratuita.
A Lei postal que nos idos de 2001/2 um certo Pimenta da veiga tentou passar no congresso felizmente foi arquivada . A CPI dos correios apareceu na esteira das intenções corporativistas. Por esta lei até entrega de pizza delivery seria monopólio da estatal !
No caso da EBX no RJ , depois da liminar o desembargador não somente cassou a liminar mas tambem recomendou ao Sr meretíssimo Juiz de 1a instância Federal que fosse se atualizar nas leis depois da CF de 1988.
Creio que o caso atual com nossos passaportes merece a mesma recomendação.
Ah! Não conte com a imprensa para ir fundo nesta questão porque a ECT é de fato uma das maiores empresas de governo na contratação de propaganda e publicidade nas mídia impressa deste país !
Marcos C Ribeiro
Porque de um período de silêncio ?
Não acredito que muitos tenham sentido falta de novos posts, mas fica sempre a sensação de dever alguma coisa. Senõa por outro motivo , pelo fato de ter começado a publicar um blog e pensar que a sua manutenção depende de publicação constante de novos conteúdos.
Me desculpem os que genuinamente pensaram que a não postagem de novos era algo que faltava na vida de de alguem !
Mas meus 100 dias de Santal de certa forma consumiram energias que seriam divididas com o Blog. Sorry !
Ocorreu agora e certamente vai ocorrer novamente.
Mas certamente a manutenção da oportunidade de expressão de pensamentos e de compartilhar de conhecimentos vai continuar se depender exclusivamente de minha vontade e saúde ! Assim seja e bom proveito!
Abraços
Marcos
O desafio dos 100 dias .
O desafio dos 100 dias.
Criou-se uma expectativa generalizada de o que deve ser feito ou foi feito nos primeiros 100 dias de um governo ou nos primeiros 100 dias de uma gestão.
De onde vem isso? Da guerra dos 100 dias, marcante vitória israelense sobre árabes ainda na década de 60?
Segundo José de Souza ( em opinião de abril de 2011) a guerra dos 100 dias assim se explica : Rege a lenda política que se nos primeiros cem dias de governo não houver mudança dificilmente acontecerá, ou ainda, que esse período busca retratar todo o rosto de um mandato político.
Existe uma menção clara de 100 dias de governo para Napoleão Bonaparte ao regressar do exílio na ilha de Elba e assumindo o governo da França com um exército aliado que depois foi derrotado pelos Ingleses na famosa batalha de Waterloo. Teria o seu novo governo durado 100 dias.
Sem qualquer pretensão de fazer ironias os 100 dias de um executivo em geral contam exatamente 10 dias depois do período legal de experiência cujos termos são bem explicados na CLT.
Ocorre que, salvo para um político eleito, de quem se espera que o conhecimento e diagnóstico de situação, ao menos da parcela da sociedade que pretende representar ou governar no executivo, seja uma premissa. Isto é , mudanças de governo nos primeiras 100 dias não são mais do que obrigação porque o candidato ao cargo executivo , político profissional por excelência teve ao menos 180 dias de estudo , diagnóstico e até de plano de ação , tático e estratégico para seus primeiros dias . Oxalá Haddad pense assim….
Já para o executivo, os 100 dias incluem a necessidade, obrigatoriedade, responsabilidade de um diagnóstico o mais completo e mais correto possível e as primeiras decisões, ações efetivas, implementações e mais ainda direcionamento básico tático estratégico, além do não menos importante, iniciar um processo de comunicação ampla e irrestrita que possa criar o início de uma confiança que foi depositada de início pelos stockholders mas que precisa ser ampliada para os stakeholders mais próximos ,o que sem dúvida incluem os fornecedores e clientes, mas em primeira, mão deve considerar os seus colaboradores , em geral , estes pré-existentes na organização.
Ou seja , não me parece muito equânime e justo comparar 100 dias de governo entre um eleito para função executiva de governo e um contratado para exercício de função gerencial de alto nível em qualquer tipo de organização privada. Isto é , a questão da expectativa e do julgamento ou avaliação de 100 dias do executivo não deveria levar nenhum comparativo ou premissa de base semelhante ao julgamento dos eleitores e imprensa de um governante recém eleito para cargos executivos , quais quer que sejam . Para eles é necessário maior detalhe , precisão e rigor dado que as condições são desiguais.
Por outro lado o que se verifica? Que executivos profissionais são muito mais efetivos, precisos e ágeis no diagnóstico , decisão e ação reparadora do que os políticos . Isso tem uma base, de viés político, em vários países inclusive o Brasil. Não se elege para prefeito, governador e presidente um bom gerente, um bom administrador ( como defende nosso professor Stephan Kanitz ) . Elegemos políticos cujos compromissos ideológicos e fisiológicos são maiores do que qualquer pretensão de ampliar o bem comum e de pragmaticamente devolver aos eleitores melhorias reais em sua infraestrutura de vida, em sua qualidade de vida e em sua possibilidade de em liberdade de ser, desenvolver seu papel na sociedade enquanto trabalhador e stakeholder de tudo o que existe e por ele existe!!!
Completei 100 dias de executivo na Santal dia 21 de setembro e acredito que o relatório foi satisfatório para todos os genuinamente interessados no sucesso do projeto Santal na amplitude da AGCO. Serei minimamente rígido e rigoroso com o Haddad agora que é a vez dele na cidade onde nasci !
Até a próxima eleição !
Marcos C Ribeiro