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Arquivo do autor:Marcos C. Ribeiro

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Sobre Marcos C. Ribeiro

Para justificar porque Notas Livres : Engenheiro Mecânico , Economista , Especialista em Marketing B2B e executivo professor da EMI , Protestante Histórico ativo , segundo um amigo Jean Bartoli filósofo prático, professor da EBD da IPBut , frase inspiradora do Millor que está nos tags : Livre pensar é só Pensar !!!

Fecha-se um ciclo e abre-se outro !

Caros leitores e amigos,

A ausência desta mídia teve uma justificativa : a concentração absoluta em um período de transição especial e peculiar como tantas coisas que aprendi no Family Business nestes 4 anos e 3 meses de Jacto . Minha consideração e reconhecimento ao Grupo Uji , a Família Nishimura e tantos bons colegas e amigos de trabalho. Uma equipe fantásica que me fez crescer como gerente e líder de pessoas , como me realizou demonstrando crescimento e amadurecimento fantástico. Os gestores que pude orientar e ajudar como Coach e Menthor , minha gratidão pela oportunidade.

O fechamento de ciclo não rompe relações , nem amizades ou coleguismo . Simplesmente abre a possibilidade do relacionamento de longo prazo sempre suportado pela comunicação e pela confiança . Onde nossas falhas houver o perdão sincero  sempre resolve .
O ciclo da Jacto foi fechado com muito cuidado e consideração e teve como grande sponsor Jorge Nishimura , o CEO , Presidente do Conselho e grande integrador de um grupo tão grande e complexo de tantas operações e tantos mercados. Meus votos de continuo sucesso e crescimento auto sustentado em busca de uma excelência que não é utopica mas possível e provável. Que a transição tão esperada e de tantas esperanças para a organização , com a entrada da 3a Geração , seja harmonica mas trasnformadora para os desafios da 2a e 3a décadas deste século.

Saio feliz porque é quase unânime a percepção de que o Grupo hoje é diferente porque evoluído desde minha chagada em março de 2008 . Feliz e realizado ! MAs como alguns gerentes me confirmaram , para minha satisfação e consciência de mudança , eu tambem não sou o mesmo , mas um pouco melhor do que era quando aqui cheguei.
O novo ciclo começa em breve, e só fo possível porque estes anos na UJI e Jacto me deram a bagagem e experiência que seriam necessárias para mais um processo de mudança e transição em outras terras, outro Family Business em outro contexto ainda que em cenários semelhantes . Desafio encorajador como executivo, mudanças pessoais e familiares que constroem um novo equilíbrio na vida de cada um de nós 5 e dos próximos que nos cercam.
A Deus toda a Glória e minha gratidão  ! e mais a oração de que o novo ciclo seja mais um ministério de trabalho de bom testemunho e vida sob sua proteção e inspiração !

Sim e tambem , agora , a possibilidade de retomar os posts e compartilhar com todos um pouco mais do que aprendi e observei !

Até breve
Marcos da Cunha Ribeiro

 
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Publicado por em 31/05/2012 em Geral, Pessoal

 

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CLOUD COMPUTING – A MODA DA VEZ !

A SOBREVIVÊNCIA DO MERCADO CONCENTRADO NO PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÃO NA INDÚSTRIA DE TI!

Até onde o crescimento de investimentos e grande competição entre monstros da TI na construção do modelo e venda do serviço CLOUD COMPUTING não é mais uma demonstração de formação de grandes oligopólios (cartéis?) e talvez até monopólios com poder de reter e processar as informações mais críticas da vida no planeta?

Qual o nível de confiança necessário para conviver com esta “armadilha” potencial?

No fundo não acredito que em 3 a 5 anos tenhamos mais do que 5 a 10 grandes ” fazendas” ou ‘Estádios”  de servidores nos “desertos” geograficamente dispostos concentrando tudo o que seja processado no mundo real e no mundo virtual , exceto as questões de segurança estratégica dos governos das nações desenvolvidas e seus segredos militares . O resto será vala comum ?!

Pois esta discussão tem incomodado e gerado muitas dúvidas. Pena que questões e dúvidas ainda são um privilégio das minorias. A Maioria segue o conhecimento convencional massacrados pelas mídias, e até pelas especializadas, pelos grandes especialistas e em breve, veremos , na academia e MBAs com a apologia da solução do Cloud como o de menor custo e maior segurança que se pode imaginar . Logo os Gerentes de TI e os CIOs do mercado ficarão todos constrangidos em questionar o que se trata da “grande sacada “ de manutenção da sobrevivência dos poucos fabricantes de servidores que sobraram depois da onda de M&A mais recente .

Sem dúvida para os que já alcançaram certo grau de desenvolvimento a opção de Outsourcing de seus Datacenters, Redes etc. , trouxe alguma economia que resultou provavelmente no Bônus de um ano que já se foi. Agora, a contratação do Cloud será a bola da vez e sem dúvida trará uma redução de custo que atendera um projeto de Short term Incentive program do ano 2012 ou 13 ou 14 para a maioria das empresas regidas pela meritocracia e pelos resultados crescentes a qualquer preço e a qualquer custo.

Portanto colegas de infra estrutura, ponham as barbas de molho pois o nível de automação dos campos de Cloud é absurdamente maior do que convivemos hoje nos Outsourcing ou Datacenters convencionais.

Algo de errado com isso? Entendo que o ganho de escala e a possibilidade de redução de custos não se discutem mais. A oportunidade é boa. Mas porque não discutir a tecnologia e a forma de fazer negócio com ela de forma aberta e clara? Porque temos que construir um conjunto falacioso de argumentos de desenvolvimento para entregar mais do mesmo em um pacote com cara de novo e fazendo isso porque achamos que no B2B, no negócio entre empresas as falácias fazem tanto efeito quanto os efeitos que movem as manadas no mercado financeiro e no mercado de consumo?

Parte disso é porque nós na posição de clientes permitimos e nos fazemos perceber como ingênuos e ignorantes. E talvez porque é mais fácil e menos arriscado seguir a onda sem questionar, ou porque estudar, analisar, questionar e aprender são coisas que dão trabalho e consomem tempo e exigem dedicação e perseverança.

No Outsourcing tão propagado e tão utilizado hoje  levei uns 10 anos para encontrar um executivo que tinha outsourcing para oferecer que teve a coragem de dizer : Outsourcing é vantagem e gera redução de custo e de capital investido depois que sua instalação e rede e base de estações de trabalho estejam bem atualizadas e bem mantidas . Caso contrário o seu ROI será um horror e o payback não virá.

Quantos anos vamos  consumir para descobrir que os custos invisíveis e a alta dependência de um CLOUD pode não ser tão compensador para a maior parte dos casos reais, que temos no mercado? Que somente um grupo menor de empresas em estágios de maturidade e desenvolvimento esteja realmente prontas para esta nova fase? Que esta fase é só  uma nova forma de vender servidores, serviços  e aplicativos de fluxos de dados e processamento para permitir que os gigantes globais sobrevivam mais uma década com ações na NYSE bem cotadas e valorizadas? Desde que o ciclo de lucratividade e vantagens comparativas entre produtos está terminando e exigindo maiores esforços de adição de serviços para percepção de valor não há muitas alternativas , não é ?!

Os pensamentos e questionamentos acima, aprendi ou reforcei aprendizados de uma vida,  mas  exercendo por 4 anos o papel de CIO de um Grupo de empresas que certamente enfrentará a discussão deste tema nos próximos 2 ou 3 anos,  ou na primeira solicitação de Capex para renovar parque de servidores para seus sistemas integrados.

Marcos C Ribeiro

 
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Publicado por em 27/02/2012 em Administração

 

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Gestão de Negócios e Foco em Resultados não depende de tamanho !

Os empresários de pequeno/médio porte sabem avaliar seu resultados, seus patrimônios ou ficam perdidos na contabilidade fiscal; em empresas privadas, há a cont gerencial? – pergunta colocada
Varias respostas com soluões de carteirinha e base acadêmica comprovada em qualquer MBA !
Mas seria suficiente ?
Gostei da Dica de um colega que indicou o SEBRAE, mas veja que interessante , o Sebrae recomenda até 5 KPIs por departamento de uma pequena ou média empresa pode gerar facilmente 20 a 30 KPIs .
Nosso problema é de base . Seja PME ou seja uma grande empresa que ainda não se desenvolveu bem em governança e gestão ( acredite que ainda existem muitas que são assim e sobreviveram heroicamente até hoje !! ) o problema é o mesmo : o empreendedor não entende que deva saber o mínimo de gestão , de resultado e de medidas gerenciais. Os contadores ainda insistem em fazer a contabilidade bater com as demandas do Leão e só apresentam o balanço e DRE com base em contabilidade fiscal . Os colaboradores são mal formados, e se recem graduados no 3o grau, ou MBAs que sobram no mercado, então é o fim ! Desenvolvimento de negócio tem que andar com desenvolvimento organizacional que depende do desenvolvimento das pessoas da organização.
Enquanto isso não for compreendido, ficaremos sempre aplicando remendos e paliativos em uma parte de um problema e nunca iremos ver o problema como um todo e daí sim desenvolver um pacote adequado de soluções .
Abraços

Marcos

 
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Publicado por em 27/02/2012 em Administração

 

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UMA REVISÃO RÁPIDA NO CONCEITO DE COMPETÊNCIAS E SEU DESENVOLVIMENTO

Competência, desenvolvimento individual e competitividade no mercado de trabalho !!

Uma conceituação atual, moderna e correta, no meu ponto de vista,  segue abaixo com suporte também de algumas matérias recentes publicadas , entre elas Carlos Hilsdorf , Eugênio Mussak , Luiz Carlos Cabrera, Vick Bloch e outros :

Uma colocação muito simples é justamente definir competência como “aquilo que sou bom” mas do ponto de vista do outro ! Naquilo que os outros reconhecem e declaram que sou bom!

Mas esta simplicidade não é suficiente para um trabalho individual e ou coletivo, operacional e ou estratégico, no que se refere a necessidades presentes e futuras do indivíduo e ou da organização.

Para o sociólogo francês Philippe Zarifian, competência é “tomar a iniciativa e assumir a responsabilidade diante das situações profissionais com as quais nos deparamos. Consiste em um entendimento prático de situações, que se apóia em conhecimentos adquiridos e os transformam à medida que aumenta a diversidade de situações”.

Competência pressupõe uma ação que faça diferença onde for aplicada! Portanto agrega valor diante de novas situações, nos processos e nas decisões.

Assim, podemos compreender a composição do conceito de competência, através de critérios objetivamente mensuráveis, como o exercício proativo e simultâneo de:

1. Saber conceitualmente (qualificação) – conhecimento
2. Saber fazer (experiência funcional) – habilidade
3. Saber agir (capacidade de obter resultados) – atitude

Portanto, competência pode ser entendida como uma ação fundamentada e assertiva frente a novos desafios! Esta ação dever agregar valor econômico para a organização e social para o indivíduo. Competência é um potencial disponível para enfrentar os desafios futuros.

Competência é a qualidade de ser adequado e bem qualificado física e/ou intelectualmente frente a desafios. É a capacidade de tomar decisões bem informadas e coerentes. Contempla grupos de habilidades, atitudes e conhecimentos necessários para a realização eficaz de tarefas. Refere-se a ações e comportamentos identificados pelas lideranças como efetivas contribuições na implementação da mudança; estes comportamentos são necessários para um desempenho satisfatório ou excelente em qualquer desafio profissional.

Por isso é possível medir tecnicamente em testes especialmente desenvolvidos para isso e com excelente grau de precisão. Por isso, também, todo resultado não tem certo ou errado, mas somente um retrato de momento para elaboração de um plano de desenvolvimento individual  que ponha foco nas competências a serem desenvolvidas sem perder momento das já evoluídas a contento. Importante , esta possibilidade é real em qualquer tempo, idade e momento de vida.

O conceito de competências no RH e no desenvolvimento de pessoas e organização cresceu em uso e conceituação a partir dos anos 70 com saltos interessantes nas décadas de 80 e 90 e estas evoluções permanecem válidas e validadas.

Um acréscimo do início do século veio com Eugênio Mussak que acrescentou conceito adicional de Meta Competência para aquilo que vai alem do mensurável normalmente e contempla alguma capacidade individual e específica para superar a normalidade com, por exemplo, algumas características que seriam um turbinamento das competências. Exemplo na conjugação com alguma inteligência superior a média ( digo alguma pois hoje a inteligência já está sendo estudada em mais de 8 inteligências diferentes !) Diferencial Meta também seria a componente de entusiasmos , paixão , intuição adicionadas as competências deste indivíduo.

A atitude de ampliar continuamente suas competências será sempre a maior competência de todas elas e inclui disposição, vontade, disciplina, mas depende fundamentalmente de auto-motivação para o auto-desenvolvimento (auto gerenciado no tempo!), e ambos os fundamentos dependem do autoconhecimento.

Por isso o desenvolvimento de competência é possível, necessário, desejável. Não para o presente somente, mas para o futuro de cada um e onde quer que estejamos atuando! Não tem limite de idade e não precisa parar na aposentadoria!!

O Coaching tem também o papel de suportar e facilitar o entendimento, o autoconhecimento, a montagem do PDI ( Plano de desenvolvimento individual)  e seu monitoramento até que o autogerenciamento e o auto desenvolvimento estejam incorporados no indivíduo.

É por isso que a distinção entre Coaching, Menthoring e Tutorage é importante, mas este tema  fica para outra ocasião!

Marcos da Cunha Ribeiro

 
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Publicado por em 30/01/2012 em Administração

 

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