RSS

Arquivo da categoria: Pessoal

Brasília – uma nova visão – agora no Lazer e não no dever.

Brasília , pela primeira vez a passeio depois de muitas vezes a trabalho. Lembranças dos amigos de Moore e Donneley , lembranças de embates Abraform e Abigraf com Correios e Ministério das Comunicações , lembranças de CEF , BRB e outros clientes importantes.
Jantamos no Dom Francisco, que já foi para matar a saudade.
A cidade é diferente :
Tem mais de 50 anos mas ainda não tem muita história a ponto de ter carisma . Não arrepia ! Não acho que seja má influência dos péssimos fluidos que vem do congresso , Executivo e mesmo do STF ultimamente ( mais de 10 anos !!! Ufa!) .
Acho que por se dar maior ênfase a arquitetura , obras de arte de Niemeyer , um projeto urbanistico que tem algum sentido quando se vê de avião, não dá para sentir o calor humano , gente , alma !!! Uma pena !
Mas o pior foi ver calçadas e gramados imundos com muito lixo . Um péssimo cartão de visitas para qualquer um e inaceitável para a auto imagem que o Governo quer para o Brasil . Mas o Brasil somos nós e nossa auto imagem passa por muito lixo, humano, jogado na rua !
Sim ,me recomendaram não andar, só, na rua depois das 20:00 horas . Nem na Capital federal ?
Força Nacional marchando e fazendo alguma parada em frente ao ministério da Justiça . Hoje dia 28 de setembro . Não foi para o publico mas para quem ? Seria a Força Nacional o arremedo da Força Bolivariana ?
Linda exposição do Santander no Museu Nacional e uma conjugação entre obras de arte ( Pinturas de brasileiros ) intermeadas com poesias dos nossos modernistas e até Vinicius de Morais. Muito bom mesmo ! Parabéns ao Santander e equipe organizadora.
A Catedral metropolitana é linda como peça de arquitetura mas não inspira . Inspira mais a velha crus da primeira missa de 1958 abrindo o canteiro de obras do sonho de Juscelino.
Prédios dos Ministérios são mal mantidos e as calçadas tem vários defeitos .Pedestre aqui tem pouca vez , mas , pasme , na faixa os carros param onde não há farol e respeitam o pedestre.
Enfim , como primeira impressão a passeio , quase sinto falta dos dias de executivo quando esta cidade tem alguma força no vai e vem dos lobbies e trabalho alem de algum charme brega que os políticos promovem . isso sim , no final de semana não fazem falta por aqui !

Abraços

 
1 comentário

Publicado por em 28/09/2013 em Contexto, Geral, Pessoal

 

Os números de 2012 – Muito obrigado aos meus leitores !!! Feliz 2013 !

Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2012 deste blog.

Aqui está um resumo:

600 pessoas chegaram ao topo do Monte Everest em 2012. Este blog tem cerca de 2.200 visualizações em 2012. Se cada pessoa que chegou ao topo do Monte Everest visitasse este blog, levaria 4 anos para ter este tanto de visitação.

Clique aqui para ver o relatório completo

– Muito obrigado aos meus leitores!!!!
Marcos

 
Deixe um comentário

Publicado por em 31/12/2012 em Geral, Pessoal

 

Tags:

Recordar é viver ! Uma entrevista publicada na Inforflexo – Da música à gestão empresarial

Entrevista Vip

 

 Foi em Maio de 2007 , e havíamos ganhado mais alguns premios de excelência em flexografia. Já sabia que o ciclo RR Donnelley Moore estava chegando ao seu termo . O conteúdo da entrevista procurou falar mais da pessoa do profissional e já estava muito envolvido com desenvolvimento organizacional , gestão por competências , planos de desenvolvimento individual para nossos gerentes e líderes na época , foco que iniciou-se claramente e declaradamente em 2003 quando assumi a presidência da Moore no Brasil e na retomada de pensamento estratégico e plano estratégico de 5 anos encontrei a necessária consideração para estratégia com desenvolvimento de pessoas , os gaps de competências da organização e depois dos seus líderes e assim por diante. O auto conhecimento acelerado com assessment de competências com o fantástico MEP da i9RH , excelentes discussões no CRA SP e seu grupo de excelência de Pensamento Estratégico, e o suporte da People & Strategy no desenvoler do processo desta evolução e portanto o uso de avaliação por competências como complemento importantíssimo para a limitada avaliação tradicional por performance , BSC etc…

Uma pitada de conceitos contando um pouco do porque a música na vida dos indivíduos tambem contribui fortemente no desenvolvimento de competências e que um dia serão vantagem competitiva para a carreira do executivo , como foi na minha .

 

Marcos da Cunha Ribeiro

Presidente da RR Donnelley Moore

 

 

Da música à gestão empresarial

 

 

Músico de formação acadêmica, Marcos da Cunha Ribeiro, presidente da RR Donnelley Moore no Brasil, pôde ver, ao longo de sua carreira corporativa, o quanto a música ou outra habilidade nas artes plásticas, por exemplo, desenvolve competências que são valiosíssimas na sua carreira como gestor. Ele se diz privilegiado por ter estudado numa escola estadual, experimental, nos anos 60, onde, além do currículo tradicional, tinha artes plásticas, e o estado possuía outra visão de educação totalmente diferente do que se tem hoje, e muito melhor.

Formado em engenharia mecânica, economia e marketing industrial, Marcos trabalhou na Villares, Caterpillar e Pilhas Eveready  antes de ingressar, em 1985, na Moore Wallace (antes da RR Donnelley), onde entrou para construir máquinas de pós-processamento de formulários. Sua introdução forte no mundo gráfico se deu em 1987 ao assumir o comando da unidade fabril da empresa em Santa Rita do Sapucaí, MG, que produz etiquetas, formulários contínuos e documentos fiscais.

Em 2004, quando ocorreu a fusão da Moore com a americana RR Donnelley, formando a maior indústria gráfica do planeta com faturamento anual de US$ 7,2 bilhões, Marcos foi convidado para fazer a integração das empresas e assumir o comando da operação brasileira, que atua nos segmentos de livros, revistas, catálogos, listas telefônicas, formulários, etiquetas, documentos fiscais e de segurança, promocionais, dados variáveis, malas-diretas, captura de dados e gerenciamento de formulários. Em nossa entrevista, Marcos mostrou-se um verdadeiro apaixonado pelo negócio gráfico, grande defensor e apoiador do trabalho das associações do setor e, para complementar todo o talento empresarial, toca piano, violão, já regeu coral e orquestra.

 

Flexoexpress – Como o senhor vê o cenário econômico dos 4 anos do Governo reeleito?

Marcos – Depois de 4 anos de um Governo, os próximos 4 a gente já sabe como vão ser; até o ambiente político, que influi de forma mais dramática na economia do país, a gente viu que a expectativa há 4 anos era muito mais especulativa e que, do ponto de vista econômico, o país seguiu seu caminho e vai continuar seguindo independente da política, até porque os diversos segmentos da indústria que representam a sociedade brasileira têm hoje um caminho próprio. A indústria gráfica, por exemplo, tem dedicado grande esforço, por meio de suas associações, para ajudar o crescimento sustentável do setor com conhecimento e informações, ainda que seja de médio e longo prazo, porque não é fácil trabalhar o setor e ter recursos e liderança para fazer mudanças significativas.

Nesse caminho, ABFLEXO faz um trabalho muito bom na área técnica e está começando a pesquisar, a ABRAFORM faz pesquisas de mercado e compartilha o conhecimento de mercado com todos os seus associados e quem mais quiser há 6 anos, consistentemente. A ABIGRAF mudou muito para melhor, o seu departamento de economia e marketing começaram a ter espaço para crescer em qualidade de informação para o setor. A ABIEA tem trazido um maior amadurecimento da gestão do segmento com informações mais profissionais de mercado. Todos esses trabalhos contemplam um melhor conhecimento da dinâmica do setor, muito mais realista e profissional do que se tinha antes, a favor dos associados e do próprio segmento.

 

Flexoexpress – O senhor acha que os avanços tecnológicos têm contribuído com o sucesso das empresas flexográficas?

Marcos – Gostaria de fazer um parêntese antes. Ao contrário do que pregam a mídia e as entidades de classe, não acho que somente a tecnologia “state of the art” seja o principal diferencial para o sucesso empresarial. O sucesso de uma empresa gráfica está na excelência operacional e no seu relacionamento com o cliente. Agora, na vertente tecnológica, o Brasil teve avanços bastante significativos, tanto no mercado doméstico como no uso da tecnologia disponível comercial e mundialmente. O país teve progresso e aproveitamento do avanço da tecnologia flexo na qualidade da impressão, sem dúvida. Mas, a médio e longo prazo existe uma discussão interessante: o quanto a flexo vai ser capaz de se manter atrativa e competitiva versus, de um lado, o uso alternativo imposto pelo mercado das capacidades instaladas em offset e, de outro lado, o avanço significativo também da área digital. Isso é, na vertente tecnológica, talvez aquilo que os próximos anos vão definir mais claramente – quem subsiste no tempo e quem perde espaço para os avanços tecnológicos gráficos.

Flexoexpress – Com várias formações acadêmicas, o que levou à formação de tudo o que o senhor é hoje na vida?

Marcos – Sou o único engenheiro numa família inteira de dentistas e casado com uma matemática. Como diz o grande mestre Luiz Carlos Cabrera: competências a gente desenvolve desde a infância e a gente tem uma vida só e administra diversas carreiras, algumas escolhemos, outras recebemos de herança. Eu tive o privilégio de receber, como herança, uma tradição cultural muito forte e pude estudar numa escola experimental do estado que oferecia grande bagagem cultural, alem da capacidade de questionamentos do status quo. Aquilo que hoje afeta muito o Brasil na área da educação: sequer desenvolve o hábito da leitura, sequer desenvolve o gosto pelo estudo. E você vê isso refletido na gestão de pessoas: uma das maiores preocupações das corporações são os profissionais já formados com terceiro grau, mas que não têm a competência de aprender a aprender plenamente desenvolvida. Então, como você perguntou, parte de tudo o que a gente é na vida vem sendo desenvolvida com o esforço da família, das escolas que a gente faz e as escolhas pessoais, muito autoconhecimento e esforço de desenvolvimento individual. Minhas vivências musical e religiosa também me encaminharam para o que sou hoje.

Flexoexpress – E a música? Onde ela entra na sua vida?

Marcos – Sempre fui voltado à música – estudei piano, saxofone, violão, já regi orquestra e coral, mas escolhi o piano, é o que mais gosto. Meus avós eram músicos e mantiveram isso nas famílias. Hoje pratico apenas como hobby, toco em casa e de vez em quando, onde há espaço, dou uma canja tocando para os amigos, a família, a comunidade religiosa em que freqüento. No escritório, sempre que posso ,trabalho ouvindo música clássica e mpb de qualidade da Cultura FM 103,3.

 
 

Tags: , ,

Pequenos Estudos Comunitários – Relacionamento

Pequenos Estudos Comunitários Relacionamento maio 2010

Os estudos comunitários foram uma iniciativa da IPBUT para permitir que as famílias e convidados pudessem se encontrar durante a semana de trabalho para um estudo bíblico, atual, que fosse a oportunidade de reflexão, de comunhão e de testemunho entre irmãos e convidados.
Os temas foram livres e no meu entender deveriam ter algum ensino que pudesse nos aperfeiçoar como comunidade, célula da sociedade, mas com o componente de ser também exemplo e testemunho de uma possibilidade diferente da que vemos todos os dias, nos jornais e nos escritórios ou fábricas. Onde o Amor em suas diversas expressões éticas de convivência e relacionamento pudesse ser de fato aquilo que pode unir os seres humanos em sua existência .
O estudo do relacionamento contempla conhecimentos já utilizados no meio empresarial porque ele é a chave de relações significativas e duradouras entre fornecedor e cliente, ou entre empresas que fazem negócios. O que ocorre é que também nestes relacionamentos, é o relacionamento entre as pessoas é que constrói e que desenvolve os relacionamentos, tanto quanto é entre pessoas que se dão os desentendimentos e os males entendidos.
Neste cenário a comunicação é chave tanto quanto a confiança, mas estes dois elementos chave consistem em partes importantes de nossa fragilidade de seres humanos. Foi por isso que em outro estudo foquei o perdão.
Estes dois estudos se completam e tem na sua origem em minhas notas livres de um trabalho de Jean Bartoli , sobre os relacionamentos para o ambiente de empresários e executivos do Marketing Industrial onde estes elementos essenciais ficaram muito bem claros e citando Anna Arent , veio o perdão como única forma de resgate dos relacionamentos estremecidos e ou rompidos.
Vale para a vida, para os negócios e para a nosso crescimento como cristãos em processo de santificação.
Bom proveito
Marcos C Ribeiro

 

Tags: ,