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Arquivo do autor:Marcos C. Ribeiro

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Sobre Marcos C. Ribeiro

Para justificar porque Notas Livres : Engenheiro Mecânico , Economista , Especialista em Marketing B2B e executivo professor da EMI , Protestante Histórico ativo , segundo um amigo Jean Bartoli filósofo prático, professor da EBD da IPBut , frase inspiradora do Millor que está nos tags : Livre pensar é só Pensar !!!

Recordar é viver ! Uma entrevista publicada na Inforflexo – Da música à gestão empresarial

Entrevista Vip

 

 Foi em Maio de 2007 , e havíamos ganhado mais alguns premios de excelência em flexografia. Já sabia que o ciclo RR Donnelley Moore estava chegando ao seu termo . O conteúdo da entrevista procurou falar mais da pessoa do profissional e já estava muito envolvido com desenvolvimento organizacional , gestão por competências , planos de desenvolvimento individual para nossos gerentes e líderes na época , foco que iniciou-se claramente e declaradamente em 2003 quando assumi a presidência da Moore no Brasil e na retomada de pensamento estratégico e plano estratégico de 5 anos encontrei a necessária consideração para estratégia com desenvolvimento de pessoas , os gaps de competências da organização e depois dos seus líderes e assim por diante. O auto conhecimento acelerado com assessment de competências com o fantástico MEP da i9RH , excelentes discussões no CRA SP e seu grupo de excelência de Pensamento Estratégico, e o suporte da People & Strategy no desenvoler do processo desta evolução e portanto o uso de avaliação por competências como complemento importantíssimo para a limitada avaliação tradicional por performance , BSC etc…

Uma pitada de conceitos contando um pouco do porque a música na vida dos indivíduos tambem contribui fortemente no desenvolvimento de competências e que um dia serão vantagem competitiva para a carreira do executivo , como foi na minha .

 

Marcos da Cunha Ribeiro

Presidente da RR Donnelley Moore

 

 

Da música à gestão empresarial

 

 

Músico de formação acadêmica, Marcos da Cunha Ribeiro, presidente da RR Donnelley Moore no Brasil, pôde ver, ao longo de sua carreira corporativa, o quanto a música ou outra habilidade nas artes plásticas, por exemplo, desenvolve competências que são valiosíssimas na sua carreira como gestor. Ele se diz privilegiado por ter estudado numa escola estadual, experimental, nos anos 60, onde, além do currículo tradicional, tinha artes plásticas, e o estado possuía outra visão de educação totalmente diferente do que se tem hoje, e muito melhor.

Formado em engenharia mecânica, economia e marketing industrial, Marcos trabalhou na Villares, Caterpillar e Pilhas Eveready  antes de ingressar, em 1985, na Moore Wallace (antes da RR Donnelley), onde entrou para construir máquinas de pós-processamento de formulários. Sua introdução forte no mundo gráfico se deu em 1987 ao assumir o comando da unidade fabril da empresa em Santa Rita do Sapucaí, MG, que produz etiquetas, formulários contínuos e documentos fiscais.

Em 2004, quando ocorreu a fusão da Moore com a americana RR Donnelley, formando a maior indústria gráfica do planeta com faturamento anual de US$ 7,2 bilhões, Marcos foi convidado para fazer a integração das empresas e assumir o comando da operação brasileira, que atua nos segmentos de livros, revistas, catálogos, listas telefônicas, formulários, etiquetas, documentos fiscais e de segurança, promocionais, dados variáveis, malas-diretas, captura de dados e gerenciamento de formulários. Em nossa entrevista, Marcos mostrou-se um verdadeiro apaixonado pelo negócio gráfico, grande defensor e apoiador do trabalho das associações do setor e, para complementar todo o talento empresarial, toca piano, violão, já regeu coral e orquestra.

 

Flexoexpress – Como o senhor vê o cenário econômico dos 4 anos do Governo reeleito?

Marcos – Depois de 4 anos de um Governo, os próximos 4 a gente já sabe como vão ser; até o ambiente político, que influi de forma mais dramática na economia do país, a gente viu que a expectativa há 4 anos era muito mais especulativa e que, do ponto de vista econômico, o país seguiu seu caminho e vai continuar seguindo independente da política, até porque os diversos segmentos da indústria que representam a sociedade brasileira têm hoje um caminho próprio. A indústria gráfica, por exemplo, tem dedicado grande esforço, por meio de suas associações, para ajudar o crescimento sustentável do setor com conhecimento e informações, ainda que seja de médio e longo prazo, porque não é fácil trabalhar o setor e ter recursos e liderança para fazer mudanças significativas.

Nesse caminho, ABFLEXO faz um trabalho muito bom na área técnica e está começando a pesquisar, a ABRAFORM faz pesquisas de mercado e compartilha o conhecimento de mercado com todos os seus associados e quem mais quiser há 6 anos, consistentemente. A ABIGRAF mudou muito para melhor, o seu departamento de economia e marketing começaram a ter espaço para crescer em qualidade de informação para o setor. A ABIEA tem trazido um maior amadurecimento da gestão do segmento com informações mais profissionais de mercado. Todos esses trabalhos contemplam um melhor conhecimento da dinâmica do setor, muito mais realista e profissional do que se tinha antes, a favor dos associados e do próprio segmento.

 

Flexoexpress – O senhor acha que os avanços tecnológicos têm contribuído com o sucesso das empresas flexográficas?

Marcos – Gostaria de fazer um parêntese antes. Ao contrário do que pregam a mídia e as entidades de classe, não acho que somente a tecnologia “state of the art” seja o principal diferencial para o sucesso empresarial. O sucesso de uma empresa gráfica está na excelência operacional e no seu relacionamento com o cliente. Agora, na vertente tecnológica, o Brasil teve avanços bastante significativos, tanto no mercado doméstico como no uso da tecnologia disponível comercial e mundialmente. O país teve progresso e aproveitamento do avanço da tecnologia flexo na qualidade da impressão, sem dúvida. Mas, a médio e longo prazo existe uma discussão interessante: o quanto a flexo vai ser capaz de se manter atrativa e competitiva versus, de um lado, o uso alternativo imposto pelo mercado das capacidades instaladas em offset e, de outro lado, o avanço significativo também da área digital. Isso é, na vertente tecnológica, talvez aquilo que os próximos anos vão definir mais claramente – quem subsiste no tempo e quem perde espaço para os avanços tecnológicos gráficos.

Flexoexpress – Com várias formações acadêmicas, o que levou à formação de tudo o que o senhor é hoje na vida?

Marcos – Sou o único engenheiro numa família inteira de dentistas e casado com uma matemática. Como diz o grande mestre Luiz Carlos Cabrera: competências a gente desenvolve desde a infância e a gente tem uma vida só e administra diversas carreiras, algumas escolhemos, outras recebemos de herança. Eu tive o privilégio de receber, como herança, uma tradição cultural muito forte e pude estudar numa escola experimental do estado que oferecia grande bagagem cultural, alem da capacidade de questionamentos do status quo. Aquilo que hoje afeta muito o Brasil na área da educação: sequer desenvolve o hábito da leitura, sequer desenvolve o gosto pelo estudo. E você vê isso refletido na gestão de pessoas: uma das maiores preocupações das corporações são os profissionais já formados com terceiro grau, mas que não têm a competência de aprender a aprender plenamente desenvolvida. Então, como você perguntou, parte de tudo o que a gente é na vida vem sendo desenvolvida com o esforço da família, das escolas que a gente faz e as escolhas pessoais, muito autoconhecimento e esforço de desenvolvimento individual. Minhas vivências musical e religiosa também me encaminharam para o que sou hoje.

Flexoexpress – E a música? Onde ela entra na sua vida?

Marcos – Sempre fui voltado à música – estudei piano, saxofone, violão, já regi orquestra e coral, mas escolhi o piano, é o que mais gosto. Meus avós eram músicos e mantiveram isso nas famílias. Hoje pratico apenas como hobby, toco em casa e de vez em quando, onde há espaço, dou uma canja tocando para os amigos, a família, a comunidade religiosa em que freqüento. No escritório, sempre que posso ,trabalho ouvindo música clássica e mpb de qualidade da Cultura FM 103,3.

 
 

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Motivação passa pelo auto-conhecimento do profissional de vendas

O assunto permanece super atual e requer sempre atenção de qualquer gestor de áreas comerciais. mas não se aplica somente a áreas comerciais mas para gestão de pessoas em geral. É incrível como ainda existem os crentes em serem capazes de motivar alguem.
É verdade que no tempo onde gerenciar era definido simplesmente pelo slogan do PLOC : planejar , liderar , organizar e controlar era comum exiger-se dos gerentes que motivassem sua equipe. Varios seminários e livros falavam dem como motivar pessoas , suas equipes.
Bem podemos sim incentivar pessoas e equipes. Podemos encorajar pessoas e equipes mas a motivação vem de dentro do indivíduo. Mesmo que esta motivação seja pela sobrevivência pura e simples na escala mais baixa das necessidades humanas é necessário que o indivíduo encontre seus motivos para a ação e eses vem de seu interior.
A entrevista abaixo foi parte de um trabalho em congresso do setor gráfico provavelmente entre 2005 e 2006 quando os trabalhos que realizamos na gestão e desenvolvimento de uma força de vendas que poderia chamar hoje de lendária, que desde o início dos anos 80 sob direção de José Bettoni Filho e depois por Adel Hraiz , meu grande mestre e sponsor em vendas, concluindo seu ápice histórico já no século 21 mas com grandes momentos e ações de inflexão de curva.
A quebra de paradigmas foi forte e as histórias serão contadas aos poucos.

Para o presidente da Donnelley Moore no Brasil , uma das maiores gráficas do mundo, descoberta de pontos fracos ajuda no desenvolvimento da carreira

Manter a auto-estima elevada faz bem a qualquer profissional e contribui para o desenvolvimento da carreira. Para quem atua na área de vendas, em especial, essa é uma busca constante, que pode tornar-se mais intensa quando os resultados ficam aquém do esperado. Para alcançar esse patamar, não basta participar de palestras disponíveis no mercado e também dentro das empresas. Trata-se de um trabalho bem mais profundo do que muitos podem imaginar, na visão do presidente da gráfica americana RR Donnelley Moore no Brasil, Marcos da Cunha Ribeiro.

Com 15 anos de experiência em vendas, ele acredita que um dos passos essenciais para a motivação é dedicar-se ao auto-conhecimento. Em sua opinião, o profissional precisa conhecer muito bem a si mesmo para que ele próprio possa trabalhar sua auto-estima permanentemente e, assim, manter o entusiasmo no dia-a-dia, mesmo nos períodos em que os negócios não vão bem.

De acordo com Ribeiro, quem se dedica a esse processo passa a identificar suas fraquezas e limites, por exemplo, o que possibilita corrigir e aperfeiçoar pontos que influenciam nos resultados profissionais. Ele explica que o trabalho do auto-conhecimento pode remontar à infância e ser feito por meio de estudos ou com ajuda externa. “Reconhecendo o que se faz , ou atitudes e comportamentos do dia a dia , inadequados ou ineficazes , é possível promover esforços para desenvolver competências e evoluir”, afirma.

O executivo diz ainda que essa busca exige um esforço individual brutal. “É um exercício complexo, pois as empresas conseguem, no máximo, construir um ambiente viável para a motivação de seus funcionários, mas não conseguem fazer com que eles mantenham esse estado de motivação em alta o tempo todo”, afirma , e se a motivação vem pela auto motivação e esta do auto conhecimento, o esforço do indivíduo e sua vontade de aprender e se aperfeiçoar começa consigo mesmo “. Em sua carreira, Ribeiro conta que adotou esse caminho para crescer profissionalmente. Aliás, ele entende que o auto-conhecimento deve permear a vida inteira de todo profissional.

Na presidência da RR Donnelley Moore, uma das principais companhias em soluções gráficas do mundo, Ribeiro mantém uma convivência muito próxima com a área de vendas. Segundo ele, a companhia, presente no País desde 1968, realiza um trabalho muito forte com sua área comercial, principalmente no que diz respeito a treinamento. Com presença nacional e seis unidades industriais distribuídas em pontos estratégicos, só no Brasil a empresa conta com cerca de 1.450 funcionários, dos quais mais de 450 estão ligados ao setor de vendas.

 
 

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Pequenos Estudos Comunitários – Relacionamento

Pequenos Estudos Comunitários Relacionamento maio 2010

Os estudos comunitários foram uma iniciativa da IPBUT para permitir que as famílias e convidados pudessem se encontrar durante a semana de trabalho para um estudo bíblico, atual, que fosse a oportunidade de reflexão, de comunhão e de testemunho entre irmãos e convidados.
Os temas foram livres e no meu entender deveriam ter algum ensino que pudesse nos aperfeiçoar como comunidade, célula da sociedade, mas com o componente de ser também exemplo e testemunho de uma possibilidade diferente da que vemos todos os dias, nos jornais e nos escritórios ou fábricas. Onde o Amor em suas diversas expressões éticas de convivência e relacionamento pudesse ser de fato aquilo que pode unir os seres humanos em sua existência .
O estudo do relacionamento contempla conhecimentos já utilizados no meio empresarial porque ele é a chave de relações significativas e duradouras entre fornecedor e cliente, ou entre empresas que fazem negócios. O que ocorre é que também nestes relacionamentos, é o relacionamento entre as pessoas é que constrói e que desenvolve os relacionamentos, tanto quanto é entre pessoas que se dão os desentendimentos e os males entendidos.
Neste cenário a comunicação é chave tanto quanto a confiança, mas estes dois elementos chave consistem em partes importantes de nossa fragilidade de seres humanos. Foi por isso que em outro estudo foquei o perdão.
Estes dois estudos se completam e tem na sua origem em minhas notas livres de um trabalho de Jean Bartoli , sobre os relacionamentos para o ambiente de empresários e executivos do Marketing Industrial onde estes elementos essenciais ficaram muito bem claros e citando Anna Arent , veio o perdão como única forma de resgate dos relacionamentos estremecidos e ou rompidos.
Vale para a vida, para os negócios e para a nosso crescimento como cristãos em processo de santificação.
Bom proveito
Marcos C Ribeiro

 

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Pequenos Estudos Comunitários – O Perdão

Pequenos Estudos Comunitários O Perdão ago 2010

O tema do perdao sempre me foi muito caro. Primeiro porque é a essência do amor cristão. Depois porque sem ele não há resgate , seja de nós mesmos , seja do nosso próximo , por nõs e por eles mesmos.
O perdão eime a culpa que sufoca.
O Perdão recompõe a comunicação e a confiança portanto o relacionamento.
Este pequeno estudo , no anexo acima , tem um complemento no estudo de relacionamento , e vice e versa.
Não é tema exclusivamente religioso. No trabalho e no ambiente social a capacidade de perdoar tem sido pouco explorada em prejuízo de melhores condições de convivência , de civilidade , de respeito e de produtividade pelo sentimento de pertencer que o perdão permite.
Bom proveito !
Marcos C Ribeiro

 
2 Comentários

Publicado por em 18/11/2012 em Contexto, Filosofia

 

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