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A ARCA segue trabalhando no tema credibilidade no sistema eletrônico das eleições – Reunião de 16 de março

Seguimos nas discussões e descobertas na reunião do ARCA ( Grupo de Competitividade), nas últimas semanas
Continuamos a pesquisar sobre as urnas eletrônicas e as próximas eleições:
Procuramos pessoas que participaram dos testes de segurança das urnas eletrônicas e totalização dos votos
Os testes feitos sob condições restritivas impostas pelo TSE, mas não justificáveis tecnicamente, revelaram
fragilidades, vulnerabilidades e inconsistências

 

Como parte das sugestões encaminhadas pelos analistas ao TSE para melhoria da segurança, confiabilidade,
legitimidade e representatividade dos resultados do sistema, foi sugerida a adoção de sistema complementar de
impressão de votos, acoplado às urnas, que permita a recontagem dos resultados de cada urna, sem identificar o
eleitor e especificado como fazê-lo, em conformidade com medidas similares adotadas com êxito em outros países.
Em 29 de setembro de 2015 o Congresso Brasileiro, reconhecendo a gravidade do problema, aprovou a Lei 13.165
impondo a obrigatoriedade e universalidade de registro impresso dos votos
Em 5 de fevereiro de 2018 a PGR entrou com pedido de ADI 5889 no STF questionando a constitucionalidade da
Lei
Entendemos que o pedido de ADI não tem efeito suspensivo e enquanto não for julgado, não há motivos ou
justificativas para o não cumprimento da Lei.
Assim, TODAS as urnas devem, para cumprir a Lei vigente, ter dispositivos para impressão dos votos sem
identificar o eleitor.
De acordo com os pronunciamentos do TSE há recursos financeiros suficientes para a adoção do voto impresso
nas próximas eleições.
De acordo com os técnicos consultados, há tempo hábil e suficiente para a adaptação das urnas, incluindo o
dispositivo de impressão do voto sem identificação do eleitor.
O que motiva as dificuldades criadas para a aplicação da Lei que dará mais legitimidade e transparência processo
eleitoral?
No próximo dia 25 de março, 23 movimentos nacionais da sociedade civil organizada promoverão uma
manifestação pública cobrando a aplicação plena da Lei que determina a obrigatoriedade de uso exclusivo da
totalidade de urnas com dispositivos de registro impresso dos votos sem identificação do eleitor.
Em São Paulo, a manifestação ocorrerá às 14hs na Avenida Paulista.
O que você acha disso?

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Publicado por em 16/03/2018 em Contexto, Geral

 

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ARCA – Um núcleo de competitividade – Uma Tese para Eleições 2018

Existe este núcleo de nome ARCA , que discute a competitividade do Brasil( ou a perda quase irreversível dela nos últimos anos) , no âmbito de país , segmentos da economia e das empresas sejam de industria , serviços ou agronegócio, e eu tenho a honra de fazer parte dele.

Em breve vou compartilhar mais discussões sobre isso , mas hoje , nossa reunião, que ocorre sempre sob o guarda chuva do Instituto de Engenharia em São Paulo , desenvolveu uma tese que é oportuna, dada a vindoura eleição de 2018 para presidente , governadores , congresso e assembleias estaduais. Queremos repercutir esta tese .

Tese sobre o encaminhamento da apuração do resultado das eleições:
1. O histórico do desempenho da empresa venezuelana contratada para apurar o resultado das eleições levanta
suspeitas de sua credibilidade e idoneidade e a representatividade do resultado consolidado;
2. O tempo até a eleição é insuficiente para substituir a empresa;
3. A análise de consolidação da credibilidade do sistema deve ser dividida entre a empresa e o processo, buscando
reduzir as vulnerabilidades inerentes;
4. Os resultados dos testes de segurança feitos em 2017 não cobrem os aspectos mencionados acima, como um
conjunto único e integrado;
5. Há tempo suficiente para implantar um sistema de auditoria de sistemas, independe e suficientemente amplo e
redundante que garanta a efetiva representatividade do resultado;
6. A confiabilidade depende da auditabilidade a qualquer instante;

O que acha ?

Marcos C Ribeiro

 
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Publicado por em 02/03/2018 em Contexto, Geral

 

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Desabafo de 5a feira de Cinzas !!

Me impressiona o fato de mesmo depois de tantas frustrações , altos e baixos da economia , a já conhecida falta de produtividade brasileira , ainda vemos diariamente na imprensa falada e escrita , desde ontem , 4a feira de cinzas , que agora sim o Brasil começa a andar. Isso me parece um auto engano coletivo permanente . Senão vejamos:
No mundo inteiro nas férias de verão existe um número razoável de pessoas que faz um recesso planejando e calculado de seus trabalhos , seja CLT , Empreendedor , autônomo . Coincidentemente no hemisfério sul isso ocorre no início do ano calendário e próximo de festividades de Natal e Ano Novo. Nada demais.
Enquanto muitos saem de férias , muitos , mas muitos mais ,permanecem trabalhando em suas atividades e eventualmente até em busca de nova colocação de trabalho. A vida continua.
Portanto salvo férias forenses , férias de políticos frouxos no congresso, de alguma casta privilegiada ainda herança do Brasil das capitanias hereditárias, não parou não !!
A unica coisa que ainda pode ser considerada um evento cheio de segundas intenções é realmente o Carnaval , 2 dias úteis semi inutilizados por uma festa sem freios que dá a impressão de ser um divisor de águas. Falácias à parte , sim , mesmo sem ser feriado o Carnaval derruba a produtividade das pessoas e da economia , e empobrece o país mias um pouco a cada ano , ainda assim é um business que no mínimo para turismo transfere renda de outras atividades e até do exterior para a terra do samba .
Só isso !!
Lembrando uma das músicas que evocam este falso espirito brasileiro e do controverso Chico Buarque : ” Vá trabalhar vagabundo , vá trabalhar criatura ! ”

Marcos C Ribeiro

 
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Publicado por em 15/02/2018 em Contexto, Economia, Geral

 

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Opinião Publica não se delega mas se constrói e se compartilha sempre !

Sei que é cansativo acompanhar os acontecimentos em nossa volta. Tenho visto muita gente que passa a não ler mais noticiários impressos , digitais , nem assistir/ouvir programas de notícias e debates na TV ou no rádio. De certa forma entendo que os agentes de notícias e comentaristas cansam , seja por serem repetitivos , por serem superficiais e por serem por vezes ( não todos) deliberadamente enviesados na opinião / narrativa com claras pretensões de influenciar a opinião dos desavisados ou sem condições de refletir sobre o tema.

A desinformação , mesmo que seletivamente escolhida te tira o direito de ajudar a formar a verdadeira opinião publica. Nós que sabemos ler e interpretar textos, estabelecer correlações com cenários e portanto tirar conclusões que chamamos de opinião pessoal , somos os maiores responsáveis por construir uma opinião publica verdadeiramente útil e possível. Não a opinião publica , assim chamada ,pela imprensa em todas as mídias , e não a opinião publica , assim chamada , pelos políticos de qualquer instancia para justificar posições ambíguas e dúbias e seguir somente cuidando dos seus próprios interesses ( salvo raríssimas exceções !)

Não se aliene e forme a sua opinião e depois compartilhe a mesma com os seus próximos . Assim se forma a verdadeira opinião publica que pode influenciar e modificar os destinos desta pobre nação !

Agora , se você é profissional em empresa , empreendedor , dirigente de negócios , sua obrigação é se manter atualizado sempre não só para ter informação para melhor tomada de decisão . Mas também para poder compartilhar sua opinião em todas as esferas de negócios e assim poder influenciar positivamente a formação da verdadeira opinião publica também no ambiente de negócios que vai alem de seus próximos. Não se omite mais . Esta coisa de que não se discute economia, política e questões sociais nas empresas é um equívoco. Também nas empresas podemos desenvolver a habilidade de bons debates , educadores e esclarecedores e com isso ganhar em maturidade organizacional . A empresa só ganha com isso também. Mas você e seus colegas ganham mais , certamente !

Marcos C Ribeiro

 
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Publicado por em 11/08/2017 em Contexto, Filosofia, Geral

 

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Uma vez numa entrevista sobre o tema !! Jornalismo e Conhecimento Convencional!

 

Publicado no site da Revista Imprensa em entrevista feita pelos colegas abaixo.

Por Luiz Gustavo Pacete e Laura Cantal, da equipe de estagiários | 18/10/2010 17:46

 

Marcos da Cunha Ribeiro, diretor administrativo do Grupo Jacto, engenheiro e economista (São Paulo)

“Não é questão só de superficialidade, vocês [mídia] são um dos pilares do conhecimento convencional e isso é uma crítica. Qual o problema do conhecimento convencional? Ele repete demais, uma meia verdade passa a ser verdade, ele é superficial ou tendencioso no viés do promotor daquela tese. Então, quando você faz uma pesquisa dessas, você precisa de mais de uma fonte, eu leio duas, porque onde eu trabalho a infra-estrutura não é um bicho de sete cabeças.

Tem que separar muito bem o que é editado do resto. Não consigo mais ler o caderno de economia da Folha, vez ou outra leio o do Estadão. Qualquer dúvida vou pesquisar na internet. Uso como referencia o Valor e a revista Exame. Leio também Época Negócios, o restante vejo na internet ou vou atrás de pesquisa.
A Veja, que leio semanalmente, também nunca tem nada, só quando é furo. Se quero fazer avaliação séria, vou às fontes que alimentam os jornalistas, se não, chega tudo filtrado. Diminuir um pouco a superficialidade é o primeiro passo pra fugir do conhecimento convencional.”

 
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Publicado por em 09/05/2017 em Contexto, Geral

 

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Liderança e o desafio da Credibilidade e Confiança .

Comecei este artigo há uns 15 dias e coincidentemente ao estar revendo e finalizando o mesmo, eis que me deparo com preocupações semelhantes em vários pontos de nossa sociedade.

Em inglês uma posição muito forte para qualquer formação de cultura, gerenciamento de pessoas pelo exemplo, entre outros me remete a frase “Walk the talk !”

No nosso Brasil tropical sempre usamos ditados e provérbios, digamos enviesados. Certamente este viés é forte e preponderante em formar nossa cultura como sociedade e, portanto em nossas instituições , seja de governo de nação , estado ou município,  mas certamente no âmbito de núcleos sociais como comunidades de toda natureza , inclusive as religiosas , eclesiásticas ! “ Faça o que eu falo mas não faça o que eu faço !”  Lembram ?

Sempre me lembro nestas horas de importantes ensinamentos de nossa amiga Ethel B. Medeiros

Quando dizia que consistência é a coerência prolongada! Oras o que é coerência senão ações que comprovem e confirmem afirmações e posições tomadas? Consistência é Walk the Talk!!!

Se falamos de Gerenciamento pelo Exemplo , estamos falando do “ Walk the talk “!

Pois bem, não bastasse isso encontro em recente artigo de Alberto Carlos Almeida  ( Jornal O Valor ) uma colocação que me provocou , digamos , uma indignação com o status quo! (a discussão era da situação política do Brasil e fazia uma comparação entre condições e posição de Nixon nos anos 70 nos USA e Dilma nos anos 20XX no Brasil! ) : “Credibilidade, assim como confiança, é um ativo que cresce à medida que é utilizado!”  E diz ainda , em contexto de discussão política: “ Como Nixon nos ensina,  credibilidade não usada é credibilidade perdida !”

Diz o texto de Alberto Carlos Almeida:

“Na realidade o problema começa quando a população não entende os porquês da dificuldade ( dificuldades do ano 2015 !) , e acima de tudo , quando não vê o governo se empenhando para que as coisas mudem para melhor .”  e em seguida coloca o exemplo do pai que ficou desempregado e pede para a família reduzir gastos e temporariamente corta o curso de inglês dos filhos , mas que vai a luta , faz o Curriculum e diariamente mostra o empenho em buscar nova oportunidade de trabalho . Vai conseguir, mas o exemplo dado foi coerente com a solicitação de cortes de gastos e até investimentos da família. Todos vão apoiá-lo e dar-lhe suporte.

Para complicar um pouco mais nossas elaborações lembro que relacionamento é algo que acontece quando existe Comunicação e Confiança!  Confiança é derivada direta de credibilidade. Portanto relacionamento também é resultado da combinação positiva de comunicação e credibilidade. Este tema foi um trabalho de Jean Bartoli com ingredientes de Anna Arendt e que no final apela a possibilidade do perdão para o resgate do relacionamento quando confiança ( e credibilidade ) e comunicação falham por nossas fragilidades humanas.

O que acontece hoje no Brasil é isso tudo que acabo de dizer acima. Mas o foco desta reflexão não é só para o Brasil que sempre ocupa posição preponderante em nossas  preocupações , como se o Brasil fosse algo que , além e fora de nossa controle pessoal , interfere e influencia definitivamente nossas vidas ! (e em parte é isso mesmo que acontece!).

Mas veja por outro lado, desde os anos 80 passei  a observar e verificar que nossa economia formal e privada, nossa sociedade enquanto não pasteurizada e controlada por alguma força ideológica de qualquer vertente, sempre foi mais forte, superou e sobreviveu a todos os descasos e desmandos dos contextos vigentes. Desde a proclamação da república, mas de forma consistente, crescente e permanente cada vez mais firme, na passagem da ditadura Vargas, governos claudicantes, ditadura Militar e agora a pseudo-ditadura de esquerda, quase bolivariana que vivemos e nela imergimos.

Para fechar a reflexão meu desafio é de justamente colocar neste contexto amargo e temporariamente depressivo (até na economia!) e colocar em questão: Onde está a credibilidade de nossos líderes empresariais? Onde está o walk the talk destes líderes de empresas que comandam a economia real, que é a única que pode gerar riqueza para ser dividida na sociedade? Onde estão os líderes empresariais que se encastelam em associações e grupos, mas que nos momentos mais críticos ou se omitem ou esperam benesses de governos em decisões questionáveis de desonerações protegidas?

Em excelente artigo recente, Luiz Bersou coloca a necessidade de um pacto social para enfrentamento da crise atual por que passamos tanto política, quanto econômica.

Assim colocou Luiz Bersou na conclusão de seu artigo:

Questão fundamental que não está sendo percebida. Momentos de crise são também momentos de grandes ganhos ou perdas em credibilidade. Credibilidade é a mola de mobilização social. Fala-se em diálogos. Estão soltos por aí.

Diálogos soltos não levam a nada. A base para a capacidade de mobilização precisa ser o Pacto Social que traga para os líderes a condição de construir em conjunto.

Nesse momento em que o governo se mobiliza para salvar a si próprio, não quer cortar na própria carne, está abrindo mão de Pactos Sociais que não o interessam. Precisamos então de líderes empresariais e homens públicos que exijam a elaboração de Pactos Sociais que interessam principalmente à nação e que vão acabar salvando o governo que sobrar.”

Pois bem, lendo e relendo jornais e revistas recentes, consultando colegas que trabalham em Associações de classe empresarial vejo com preocupação que nosso empresariado em geral não só está na defensiva em relação a investimentos como também, como quase sempre nos últimos 30 anos, em posição não de protagonistas de propostas de Pactos Sociais como acima, de fazer acontecer como costumam cobrar de seus gerentes e diretores na empresa. Ao invés disso, estão  como sempre assistindo as coisas acontecerem e esperando que aconteçam como eles desejam . Poucos são exceção, e até estes tem estado em estado de observação.

Acredito que o problema do Brasil, das empresas, das associações e comunidades é anacrônico e sem solução de curto prazo. Precisamos de bons líderes e eles estão em falta!!

Marcos C Ribeiro

 
 

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CONJUNTURA E CENÁRIOS POLÍTICO-ECONÔMICOS DO BRASIL EM 2014 E A PRODUTIVIDADE No 4

Não acredito que este assunto se esgote no post No 4 do tema mas talvez até a consumação das eleições de 2014 eu vá olhar outros temas também urgentes e importantes.

Saiu a nova Matéria sobre o enfoque de produtividade na visão de Marketing Industrial e na constelação de valor das empresas válidas. Desta vez foquei a parte , diria , mais hardware , pois falo de produto, processos  e manufatura . Espero que gostem do texto e desde já agradeço os comentários.

A Revista de Marketing Industrial , editada bimensalmente pelo Instituto de Marketing Industrial , já está nas bancas e já chegou aos assinantes e amigos do Instituto . É a Revista de No 65 .

O arquivo está no link logo abaixo !

 

Bom Proveito e até breve ,

 

Produtividade 2 RMI No 65

 

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