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Lealdade e Fidelidade no Religioso – Uma discussão contemporânea

Lealdade e Fidelidade no Religioso

Foi em 2010 na Escola dominical da Igreja Presbiteriana do Butantã , classe Logus , cuja motivação derivou de discussões em aulas anteriores sobre a Fidelidade do homem em relação á Deus e a Fidelidade de Deus em relação ao Homem com base no verso bíblico que tantos parabrisas de automóveis e parachoques de caminhões espelham : ” Deus é Fiel !” mas colocada a discussão sobre o contexto contemporâmeo onde o termo fidelidade está tão ligado a promoções de atração e retenção de consumidores ( cartões de crédito , milhas aéras e tantos outros ) com a mesma base filosófica que se discute no Marketing Industrial , e se questiona , que Fidelidade não é o melhor termo para se tratar o cliente , a pessoa humana chamada de consumidor mas a lealdade como reflexo de escolhas e de percepções claras onde existem identidade de princípios, valores ,e até de objetivos.
Não é sem querer a comparação , dado que , para muitas as novas denominações evangélicas ( nem tanto protestantes na essência quanto as históricas ) tratam de atrair e fidelizar seus crentes tambem com promessas que em troca se apresentam prosperidades proporcionais aos movimentos de comprovação economico-sociais em contribuições metódicas , sempre na esperança de obter algum tipo de indulgência.
Bom proveito
Marcos

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2 Comentários

Publicado por em 11/11/2012 em Filosofia, Pessoal

 

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Como a Empresa interfere e afeta a realidade dinâmica do contexto de vida de cada um de nós , nossas famílias e nossa sociedade – Um enfoque Humanista

Palestra ministrada na 66a Sexta Filosófica da Igreja Presbiteriana do Butantã

6a filosófica out 2007 MCR 261007

” Como a Empresa  interfere e afeta a realidade dinâmica do contexto de vida de  cada um de nós , nossas famílias e nossa sociedade – Um enfoque Humanista

Espero que o anexo esteja acessível. É o arquivo original dos slides utilizados no dia 27 de outubro de 2007 e a discussão era complementar a outros enfoques do que seria a responsabilidade social das empresas em relação à sociedade e a todos os stakeholders.

Bom Proveito ,

Marcos

 

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Industria de sabonetes e a cultura Brasileira

Materia base : O Valor de 5 de novembro de 2012
As vendas de sabonetes andam de lado e até caíram um pouco no país onde a média pesquisada indica que o brasileiro toma de 2 a 3 banhos por dia !!!
Como pode acontecer ?
Bem , recentemente pudemos ler discussões interessnates onde nossa ancestralidade indigena explica a questão dos banhos.
Por outro lado nossa ancestralidade européia nos remete a questões interessantes de higiene e saúde , desde o início da evolução científica da medicina ocidental que identificou que o não lavar as mãos era talvez a maior fonte de infecções por ação dos odutores ! Não se lavava as mãos entre uma necrópsia e um atendimento ambulatorial !!! ARGH!!!
Pois bem , na questão da queda das vendas de sabontetes no Brasil de 2011 a 2012 e na questão de marketing de consumo entender e explicar as flutuações inesperadas em país tropial e de hábitos consagrados de banhos revigorantes , desde os tempos do banhos nos rios , vemos na ma´teria citada a surpresa , que não é surpresa , ao emnos para os observadores : ” A média do brasileiro é de lavar as mãos duas vezes ao dia, quando o ideal é de pelo menos cinco vezes !!” segundo Adriana Castro , diretora de marketing de sabonetes da Unilever .
Mas sejamos justos , com 2 a 3 banhos e maus duas lavadas de mão atingimos a média ideal diria qualquer um mais atento ?!
Bom seria ! Mas o fato é que aí está provavelmente a questão ! Consideramos o banho uma lavada de mão ! Ou seja , depois do banho e mais as 2 lvadas médias , mesmo ao ir ao banhiero não precisamos mais lavar as mãos !
Nos tempos antigos , além da educação familiar , tínhamos nas escolas fundamentais o cuidado do ensino de habitos básicos de higiene. isto aos poucos , com saneamento básico onde houve , antibióticos cada vez mais potentes e algumas melhoria na rede de atendimento tipo SUS , nossa mortalidade infantil caiu para nivel civilizados portanto não precisamos mais de educar nossos concidadãoes de lavar as maõs depois de ir ao banhiroe e fazer xixi é um hábito correto e não é desperdício de água ! Sim há um estudo muito interessante que prova que fazer xixi durante o banho economiza muita água e ñão deixa de ser uma hábito higiênico ! Pelo menos as mãos estarão realmente lavadas no banho e valeu por uma vez da estatística !!!
Preste atenção quando for a algum evento , ao teatro , ao cinema ,no banheiro do trabalho e em especial nos banheiros das escolas públicas ou privadas, no banheiro da parada estratégica de uma viagem e veja se consegue identificar quem saiu sem lavar as mãos !! Homens ou mulheres , de todas as idades , mais de 30 % certamente.
Ainda falta muito para sermos mais do que emergentes !
Abraços
Marcos

 
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Publicado por em 11/11/2012 em Geral

 

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